Maio 26, 2009
Expansão Portuguesa II
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Abril 21, 2009
A Expansão Marítima
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Abril 21, 2009
Descobrimentos Portugueses – Jogo
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Março 4, 2009
Área Arqueológica do Freixo
Posted by HGP under Romanização, Romanos, Visita de estudo - 6 de Março de 2009 | Tags: Visita de estudo |Leave a Comment
Área Arqueológica do Freixo
A Área Arqueológica do Freixo é composta de um povoado fortificado proto-histórico localizado num pequeno outeiro, do qual subsistem apenas algumas estruturas habitacionais de planta circular, para além do povoado romano, conhecido pela designação genérica de Tongobriga. Após a recolha realizada em 1882 pelo investigador vimarenense, Francisco Martins Sarmento (1833-1899), de um bloco granítico onde se fazia menção a Toncobriga , as escavações empreendidas até à data permitem afirmar que, entre os séculos I e II d. C., surgiu uma urbe nesta área, possivelmente na consequência de uma estratégia delineada pelos imperadores da dinastia flaviana no âmbito de uma política de ordenamento da Tarraconense. É no seu perímetro interno que encontramos diversas estruturas habitacionais, destacadas pelo seu carácter multicompartimental de planta rectangular, algumas das quais parcialmente escavadas na rocha e outras totalmente erguidas com muros. Os edifícios encontram-se, contudo, implantados em pátios lajeados, com paredes interiores alisadas e estucadas, sendo que um dos dominadores comuns destas edificações é a existência de um sistema de esgotos. Mas além da área residencial, o povoado detinha toda uma zona perfeitamente delimitada e preferencialmente vocacionada para a produção artesanal especializada, que seria complementada por uma outra de carácter comercial, justificativa da construção de um forum, no centro do qual se erguia o templo. Apesar dos evidentes condicionalismos geomorfológicos da zona de implantação da urbe, os seus construtores demonstraram uma evidente preocupação em dotá-la de todo o tipo de equipamento que possibilitasse a sua equiparação a uma verdadeira cidade romana, transformando-a num assumido centro de atracção e, até mesmo, de decisão, certamente favorecido pela fácil circulação de pessoas e bens, que a navegabilidade dos rios Douro e Tâmega proporcionava. De entre esses edifícios, destacavam-se as termas, a basílica e o templo, para além do mencionado forum. Na realidade, Tongobriga ocuparia uma área total de cerca de 30 hectares, abrangendo a própria necrópole. Comparativamente às demais urbes da época, esta poderia ser considerada de médias proporções, pois a zona ocupada pelas áreas habitacionais abrigaria cerca de duas mil e quinhentas pessoas. De todos os equipamentos colectivos existentes na cidade, as termas detinham, sem dúvida, um papel fundamental e central na vida quotidiana dos seus habitantes, assim como das comunidades suas vizinhas. Assim, de toda a zona intervencionada é, precisamente, a termal a que será melhor conhecida, com o seu frigidaerium e natatio, além de uma área aquecida distribuída por dois compartimentos, com o respectivo praefurnium. Localizados numa zona coberta, abobadada, é nas suas proximidades que encontramos um pequeno balneário pré-romano. O facto desta estrutura ter sido integralmente esculpida no afloramento granítico, obrigou a que o seu programa decorativo, em forma de cordão (semelhante ao da Citânia de Sanfins), fosse executado numa pedra separada, posteriormente aplicada nas paredes lisas do seu interior. Entretanto, localizava-se nas proximidades destes vestígios um lagar escavado na rocha, bem como dois núcleos sepulcrais, enquanto que, a Sul das termas, e já fora do perímetro interno de Tongobriga, identificou-se uma necrópole de incineração e de inumação. As escavações efectuadas até ao momento colocaram a descoberto sepulturas intactas cavadas no próprio afloramento granítico e orientadas paralelamente à estrada romana que atravessava a urbe. No âmbito da filosofia de intervenção nos monumentos arqueológicos visitáveis, instalou-se na Área Arqueológica do Freixo a Escola Profissional de Arqueologia em 1990 e um Gabinete destinado à investigação, conservação e divulgação deste sítio arqueológico.
[A. Martins]
Dezembro 8, 2007
A Era Cristã e o Cálculo dos Séculos
Posted by HGP under Cálculo dos Séculos, Era Cristã[10] Comments
A Era Cristã e o Cálculo dos Séculos
Para os povos da Europa e do Ocidente, Cristo teve uma influência tão profunda nas suas vidas, que o seu nascimento foi o marco a partir do qual se passou a contar o tempo.
Mas, antes deste marco que foi o Nascimento de Cristo, já o Homem tinha vivido muitos acontecimentos, pelo que temos que nos referir a eles como tendo-se passado antes de Cristo (a.C).
Para contar o tempo utilizamos diversas medidas, como o ano, a década, o século e o milénio.
Para escrevermos os séculos temos que utilizar a numeração romana.
Muitas vezes precisamos de saber a que século corresponde de terminado ano. Para fazer o cálculo, juntámos um 1 à casa das centenas, excepto quando o ano termina em dois zeros em que somamos 0.
Exemplo:
Ano Cálculo Século
1940 19+1=20 XX
20 a.C. 0+1=1 Ia.C.
2000 20+1=21 XXI
340 3+1=4 IV
4 a.C. 0+1=1 I a.C.
Rui Manuel nº 19
5ºB
Dezembro 8, 2007
Os Lusitanos e os Romanos
À conquista de um Império
Os romanos eram guerreiros disciplinados e bem armados.
A partir da sua cidade que era Roma iniciaram por conquistar reconquistar a Península Itálica. Depois partiram à conquista de todas as regiões em redor do Mar Mediterrâneo porque queriam dominar o comércio desse Mar.
Para isso, lutaram contra muitos povos.
Depois de muito tempo e de algumas guerras, os Romanos conseguiram conquistar todos os territórios que queriam.
Viriato comanda os Lusitanos
Os lusitanos foram encurralados pelas tropas romanas.
Entre eles surgiu um Viriato que foi contra a decisão deles.
Esse dividiu as tropas em pequenos grupos, e atacou.
E também foi arrastado até caírem dentro do desfiladeiro (passagem estreita entre montanhas).
Quando os romanos estavam a passar os lusitanos escondidos nas encostas das montanhas caíram sobre eles causando alguns mortos.
Enquanto o Viriato não morreu soube conduzir os lusitanos quase sempre até á vitória numa luta sem descanso.
A língua que nos deixaram
Os romanos deixaram a língua latina.
Que ficou a ser muito falada na Península.
Exemplos de língua: latim Português
agri campo
aqua água
lex lei
mater mãe
pater pai
urbs cidade
domus casa
À conquista de um Império
Os romanos eram guerreiros disciplinados e bem armados.
A partir da sua cidade que era Roma iniciaram por conquistar reconquistar a Península Itálica. Depois partiram à conquista de todas as regiões em redor do Mar Mediterrâneo porque queriam dominar o comércio desse Mar.
Para isso, lutaram contra muitos povos.
Depois de muito tempo e de algumas guerras, os Romanos conseguiram conquistar todos os territórios que queriam.
Sara Daniela nº 21
5ºB
Dezembro 7, 2007
Os Muçulmanos na Península Ibérica
Posted by HGP under Alá, Corão, Islamismo, Maomet, Mouros, Muçulmanos, Árabes[17] Comments
Os Muçulmanos na Península Ibérica

No ano de 711 no século VIII, os Árabes comandados por Tariq, vindos da Península da Arábia, chegam à Península Ibérica e começam a invadi-la:
- Por razões económicas para melhorar as suas condições de vida.
- Para expandir o Islamismo (Maomet foi o seu Profeta; Alá é o seu Deus; Corão é o seu Livro sagrado).
Encontram grande resistência, mas dominam-na quase na totalidade, com excepção de uma pequena zona a Norte, as Astúrias (em poder dos cristãos).
Os Árabes também conhecidos por Muçulmanos ou Mouros deixaram grandes vestígios da sua cultura aqui na Península Ibérica, que se encontram principalmente no Sul da Península Ibérica.
Eis alguns exemplos que aprendi na aula:
- As suas técnicas de irrigação: Nora, picota, açude;
- Novas culturas: laranjeira, limoeiro, amendoeira;
- Arte: azulejos; tapeçaria
- Os seus conhecimentos científicos ( nas áreas da Matemática, Geografia, Astronomia, Medicina,…) foram muito divulgados;
- Construíram bibliotecas em Toledo e Córdova.
- Numeração em algarismos, com a introdução do Zero (0) e palavras de origem árabe como azeite, laranja, Algarve, algarismo, almocreve, almofada, alqueire, …
Trabalho feito com o que aprendi numa aula de História e Geografia de Portugal.
Daniel nº10 5ºA
Dezembro 7, 2007
Os Romanos na Península Ibérica
Posted by HGP under Império Romano, Lusitanos, Mare Nostrum, Romanização, Romanos[26] Comments
Os Romanos na Península Ibérica

Os Romanos tinham em mente conquistar todas as regiões à volta do Mar Mediterrâneo para assim conseguirem ter em seu poder o comércio do Mar Mediterrâneo. Mar Mediterrâneo a que chamavam de Mare Nostrum, palavra do Latim que era a língua dos romanos.

O único povo que foi resistindo à invasão romana da Península Ibérica foram os Lusitanos.
Viriato que lutou e morreu pela defesa destas terras e destas gentes, foi assassinado cerca de 1.250 anos antes do nascimento de D.Afonso Henriques, o nosso 1º rei.
Os Romanos originários da Península Itálica chegaram à Península Ibérica no século III a.C.
Vieram para a Península Ibérica por causa das riquezas cá existentes e para aumentar os seus territórios.
Formaram um grande império (Império Romano) porque, com o seu disciplinado e organizado exército, conquistaram todas as terras à volta do Mar Mediterrâneo.
Com os Romanos, os povos que cá viviam aprenderam imensas coisas. Construíram novas coisas como as estradas, fóruns, aquedutos, termas, teatros, circos, templos, pontes… O comércio evoluiu, surgiram olarias, forjas, minas, pedreiras, salga de peixe, tecelagem… desenvolveram também o cultivo da oliveira, do trigo, da vinha, das árvores de fruto, principalmente no Sul. A cultura peninsular, seus usos e costumes e direito foi mudando por influência romana, a isso dá-se o nome de Romanização.
As casas eram feitas de tijolos cobertas de telhas (usavam novos materiais)
Para facilitarem a comunicação entre Roma e as regiões conquistadas construíram estradas e pontes.
Cláudio Miranda nº12 5ºC
Inês Faria nº18 5ºC
Bruno Quintas nº 9 5ºC
Andreia Matos nº5 5ºC
Carlos Lopes nº11 5ºC
Dezembro 7, 2007
À conquista de um Império

Os romanos eram guerreiros disciplinados e bem armados.
A partir da sua cidade que era Roma iniciaram por conquistar reconquistar a Península Itálica. Depois partiram à conquista de todas as regiões em redor do Mar Mediterrâneo porque queriam dominar o comércio dos povos que viviam ao seu redor.
Para isso, lutaram contra muitos povos.
Depois de muito tempo e de algumas guerras, os Romanos conseguiram conquistar todos os territórios que queriam.
Sara Daniela nº 21
5ºB
Dezembro 6, 2007

Na primeira metade do século X A.C. chegaram à Península Ibérica vários povos a que se dá o nome de Celtas e cuja origem tem dado uma longa discussão. Encontraram uma terra despovoada e os seus habitantes a viver ainda na Idade do Bronze (Iberos). Enquanto os invasores já utilizavam o ferro. Provinham da cultura de Adlerber, no centro da Europa. As cinco tribos célticas que se instalaram na zona portuguesa da Península Ibérica, foram:
Cinetes – Na parte do Algarve e estendendo-se pelo Guadiana
Sempsos – Que se fixaram no rio Sado e chegaram à foz do Tejo
Sepes – Fixaram-se na área ao norte do Tejo, que abrange a actual Estremadura até ao cabo Carvoeiro
Pernix Lucis - Que se fixaram ao longo da costa até à região do Vouga. Os Pernix Lucis podem identificar-se com a família Túrdula.
Draganes – Que se fixaram entre o rio Douro e o rio Minho
As comunidades peninsulares adaptaram-se às novas condições do clima, fauna e flora e melhoraram a sua forma de vida.
Tornaram-se agricultores e pastores e tornaram-se sedentários (viviam sempre no mesmo local), a estes grupos humanos chamamos: Povos agro-pastoris.
Inventaram-se novos utensílios:
- foice, enxada de pedra, arado de madeira, mó manual, roda
Surgiram outras actividades:
- cestaria, olaria/cerâmica, tecelagem.
Surgiram monumentos dedicados ao culto dos mortos e ao culto da fertilidade.
- Antas ou Dólmen (culto dos mortos) = megálitos.
- Menires (culto da fertilidade, da terra, dos rebanhos e das mulheres).
Os povos agro-pastoris prestavam culto à Deusa-mãe (Natureza).
Muitos anos depois, a vida dos povos primitivos da Península foi-se modificando devido à influência de povos de outras regiões.
Surgem assim:
1º Os Iberos, vindos provavelmente do Norte de África.
- Usavam armas de bronze.
2º Os Celtas – vindos do Centro da Europa;
- Introduziram a técnica do ferro.
Assim, tanto os Iberos como os Celtas trouxeram novos hábitos e conhecimentos, como a metalurgia e a ourivesaria.
Com o tempo Celtas e Iberos acabaram por se misturar e em certas zonas da Península surgem mesmo como um único povo Celtiberos
Os Celtiberos, viviam agrupados em tribos ( castros ou citânias).
- Procuravam as terras altas para aí construírem as suas casas.
Uma dessas tribos de Celtiberos era a dos Lusitanos que habitavam a Lusitânia ( que se situava na região entre o rio Douro e o rio Tejo).
Cláudio Miranda nº12 5ºC
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